domingo, 28 de junho de 2009

Parabéns para mim!!

Então, hoje eu completo 23 aninhos!! Passei o inteiro no trampo (meu estágio é na ong que organiza a Parada pela Diversidade Sexual em Fortaleza). Nunca tinha participado de um evento grande como assessora de imprensa e gostei muito da experiência. Vários colegas jornalistas foram muito profissionais, respeitadores e simpáticos. E isso foi ótimo. Em compensação, pude vivenciar algumas desagradáveis lendas. Gente do movimento social que dá chilique pensando que é a última coca no deserto, pessoa metida a estrela(pois é, como assim, né). E gente que nem é de movimento, mas deve ser alguma coisa para querer ser super estrela também. Sei não, a galera é doida para ser VIP e acaba tirando e desrespeitando completamente o sentido político da Parada e as pessoas que trabalham nela. Pensa que trio é camarote de carnaval fora de época e usa credencial como exibível para amiguinhos. Povo besta e mal educado querendo dar close. Uó.

Mas também foi massa ganhar parabéns das queridas feministas na avenida Beira Mar. Lindonas!!
E no fim do dia, ler os recadinhos de parabéns dos amigos no orkut (teve um que fez muita falta), tomar banho com o namoradim e curtir o presente que ele me deu: A terceira temporada completa e original do Gilmore Girls!!!! Massa!! Não aguentava mais assistir a 1ª e a 2ª!! Brigadão, amor querido!

Sabe o que mais se comemora no dia 28 de junho (além do meu nascimento, claro)?
Dia Internacional da Diversidade Sexual. Adoooro!!

Aniversário do Raul Seixas.

Dia do Papa! Como assim? rs

quinta-feira, 25 de junho de 2009

SherDesaparecida, o diploma caiu!

Pô gente, desculpa aí. Eu tô muito desaparecida e o pior é que meus últimos post foram muito depressivos. Este blog não tem fins melodramáticos, quero esclarecer, mas é porque as coisas realmente estão muito doidas e corridas. Quer dizer, agora está melhorando, já que as notas (meia-boca) da Faculdade estão saindo então estou quase de férias.

E falando em notas, a Sheryda definitivamente não é mais nerd. E pensar que nos primeiros semestres da Faculdade se eu tirasse uma nota abaixo de 8 entrava em profunda tristeza. Se tirava nota abaixo da média então, tudo era dor e lágrimas. Hoje em dia, em meio a estágio, cursos, Faculdade e movimento social (onde eu menos atuo, infelizmente), não tenho mais ânimo para pedir chance e trabalho extra para melhorar minha nota. Quero mais é me livrar das coisas. Isso não quer dizer que eu não estude, viu? Sempre tento aproveitar o máximo que consigo das aulas na faculdade e costumo estudar para provas e me esforçar para fazer bons trabalhos. Mas às vezes falta de tempo e cansaço fazem a gente simplesmente não conseguir ler todos os textos ou não conseguir se encontrar com os colegas para fazer seminários do jeito que é pra ser.
Tá bem, mas eu disse que o post não tem fins melodramáticos então vou contar uma boa novidade: estou fazendo um curso de webdesigner! ÊêÊêê! Ele também está sendo meio empurrado com a barriga, por causa das coisas do estágio que estão a mil nos últimos dias, então tive umas faltas. E meu computador também não tá ligando então eu não tive onde treinar... Eita, já tô reclamando de novo! Aff! Não mas eu sei que as coisas vão melhorar em relação a tempo, então vou poder estudar a tal da HTML, e aí vou poder elaborar uns sites legais, inclusive talvez até contribuir com as coisas do feminismo e arranjar uns bicos. Esses são os maiores objetivos.

A queda da obrigatoriedade do diploma de Jornalismo (notícia velha já, eu sei)

Se sou contra ou a favor? Bem, não tenho opinião completamente formada, mas como estudante de Jornalismo é claro que estou apreensiva. Quer dizer, se eu já estava com medo pensando se existe vida depois da formatura, com isso então... Mas também penso nas disciplinas que eu acho fundamentais no exercício da profissão, que me abriram para coisas que antes eu nunca tinha parado para pensar como no poder dos veículos, a utopia da imparcialidade, e um monte de outras coisas. Não acredito que para fazer um bom jornalismo basta um curso técnico, pois nosso trabalho não se resume a falar em microfone ou escrever bem, como muitos acreditam. Quer dizer, na Faculdade eu estudei Psicologia, sociologia, filosofia, teorias da comunicação I e II, Cultura brasileira e regional, Semiótica, Ética e Legislação, Política, Economia, e mais um monte de outras coisas importantes. Acho que não pra estudar essas coisas pra valer num curso técnico.
Até chegar nas chamadas "cadeiras práticas" como telejornalismo e rádio foi mais da metade do curso, e até lá várias pessoas desistiram do quando perceberam que assistir novela nem sempre é só assistir novela. Lembro que a gente já estava até impaciente de tanta teoria. Infelizmente a FIC retrocedeu e construiu uma grade de disciplinas (a minha é a de 2006.1) onde mais da metade dessas citadas foi excluída, tornando o curso muito mais em nível técnico. Mas não é porque as Instituições particulares fazem isso que o diploma não é importante, aí o problema é a quem a Faculdade quer servir, se à sociedade ou ao mercado.
Quanto a questão da democracia, é aí que eu fico meio com o pé atrás. Realmente deve ter algum ponto em que a obrigatoriedade do diploma fere a democracia. Jornal comunitário, por exemplo, pra mim não tinha nada que precisar de jornalista responsável. Em compensação, tem uma ruma de empresas grandes de comunicação que entopem as redações de estagiários para não contratar jornalista e não pagar o piso salarial. E como quem manda e desmanda é o patrão, se o nível crítico da criatura não for bom aí que a sociedade está lascada. "Mas para ter senso crítico precisa ter diploma?" Acho que não, mas o curso de jornalismo foi fundamental para apurar o meu. E apurá-lo de forma a ser dirigido à comunicação, compreender como se dão vários processos nas redações e na apuração da notícia.
Para finalizar, dá uma olhadinha na mensagem que a minha irmã mandou quando saiu a notícia: "Irmã, teu diploma foi rebaixado, tu viu? Bora fazer cursinho na UECE mais eu?"
Mas não é um doce, a criatura?





Ah, e o Michael Jackson morreu, viu gente? Quando soube, fiquei boquiaberta e disse: vaaaalha...

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Como é ruim se frustrar, sentir as coisas fora de controle. Se cobrar querendo que algo dê certo, e quando não dá, achar que a culpa é da gente. E quando começa a se convencer que não é, se levantar pra dizer "vou tentar de novo", eis que algo dá errado mais uma vez. E a sensação de que não é culpa só da gente, às vezes se apaga porque dá vergonha de dizer que mais alguém tem algo a ver com isso. E quanto mais a gente quer, mais dói pensar em desistir (mas esse pensamento é recorrente).
Vontade de desistir.
Que raiva dessa vontade de chorar.

Enfim, foto da Celina!


Taí minha filhinha ninda!! Essa foto tá meio velhinha já, hoje em dia a gatinha tá maior e parece que está mudando de cor, querendo ficar branca que nem a mãe dela. A gente pensou que os pêlos estavam caindo, mas na verdade estava criando uns brancos por baixo, dando um ilusão de "calvície". Só sei é que era muito ruim quando Celina estava doente e fraquinha, mal brincava. Hoje em dia ela não se aquieta, está gordinha e ronrona mais que um liquidificador. É muito bom ver o bichinho da gente bem de saúde.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Dinheiro, dinheiro...

Por que diabos tudo que a gente vai fazer envolve dinheiro? Que saco! Sistema nojento! E quanto mais a gente tem que ter dinheiro, parece que menos eu tenho! E quanto mais eu digo que ODEIO o sistema capitalista, MAIS EU ODEIO O SISTEMA CAPITALISTA!

É, ainda tô daquele jeito.

Mas aliviando um pouco...
  • Finalmente terminei de escrever/diagramar o informativo do meu estágio (alívio)!
  • Assistimos "Che" há alguns dias. Tá muito bom! Apesar de ter umas partes que eu não entendi, por não conhecer tão bem a história del comandante, é de uma qualidade altíssima. Benicio Del Toro tá arrasando, e tem também a presença do Rodrigo Santoro. Porque só há comentários de aparições dele em "As Panteras"?
  • Potô (namoradim) comprou uma revista da Turma da Mônica Jovem pra gente! (eu sei que é capitalismo, mas a gente tem que ter diversão). Compramos uma esta semana e adoramos! As histórias são super divertidas, os desenhos estão lindinhos e a essência da Turminha da Mônica não se perdeu. Queremos colecionar! E aesar de ser carinha (6,90), o tamanho da revista compensa e a quantidade de páginas também. Nem precisa ser colorida!

E se...

E se acordássemos desse sonho
E por fim nos percebêssemos
E se percebendo quiséssemos transformar
Toda essa história que nos mentiram
E transformando fossemos a mudança
No dia a dia que construíssemos
E sendo a mudança continua
Reconstruíssemos todos juntos, o universo.
E se nos juntássemos para jogar fora
Toda essa baboseira que nos fizeram engolir
Chamando de religião?
E se fizéssemos uma nova ordem política?
E se aceitássemos a diferença
Pra por fim termos a igualdade?
E se mandássemos a policia se fuder,
Assim todos na mesma hora?
E se fechássemos as fabricas de armas
E construíssemos plantações de rosas e cereais?
E se acabássemos com o dinheiro
E aumentássemos as relações de troca direta?
E se quiséssemos de fato ser felizes
Quem iria nos impedir?

Por Lídia Rodrigues.

Lindo, não? E o pior, lindo e óbvio! Porque não nos mexemos com mais força, meu povo?

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Ô saco...


Hoje estou com uma aura pesada. Muito mau humor, um ânimo sonolento que não combina com esse dia ventilado e cheio de sol em Fortaleza. Se estivesse chovendo, como estava nos últimos dias, eu provavelmente colocaria a culpa no clima, que quando chuvoso pede o kit cama-abraço-lençol-travesseiro-televisão-ventilador-playstation. Tudo muito preguiçoso e quentinho.

No mais, olho em volta e faço cara de nojo para um monte de obrigações da Faculdade que estão me incomodando. Acho que muito também por não ter conseguido finalizar tudo. Hoje estive na biblioteca me armando de títulos para um artigo científico e meu querido e imaginário projeto de monografia. Durante o "passeio" sentimentos de tristeza, saudade e abuso me acometeram.

Tristeza porque estou (teoricamente) terminando a faculdade este ano, e provavelmente vou perder o acesso a uma das poucas coisas boas que a FIC (faculdade do grupo Estácio, aqui no Ceará) oferece: a biblioteca. Com o monte de coisas que tenho para fazer, seria maravilhoso ter uns três dias pelo menos, com a tarde livre para só estudar lá. Eu ia ler com mais calma, anotar as coisas, aproveitar o silêncio e o conforto... Enfim, seria muito produtivo.

Saudade do tempo que eu tinha essa tarde livre porque não tinha outra atividade e podia passar um bom tempo na Faculdade, lendo jornais, revistas e estudando. Como estou estagiando e também já trabalhei (por razões financeiras mesmo), não sei o que é uma tarde livre desde o segundo semestre.

Abuso porque hoje em dia o tempo anda espremido (por isso também o blog anda desatualizado, me desculpem). Quando estou de manhã na Facul, assisto aula e às vezes vou à biblioteca e pego cópias dos textos que preciso ler. Só que não dá muito tempo de estudar mesmo, sabe? À tarde estou no estágio e quando chego à noite em casa, simplesmente não rola estudar. Estou tão cansada física e mentalmente que o máximo que consigo é me alienar com novelas plásticas e enlatados americanos, talvez alugar um filme, e depois... dormir. Às vezes também rola sair com o namoradim ou ir dormir na casa dele. Mas estudar mesmo, quase sempre não rola.

Isso sem falar que no fim de semana tem curso de inglês e às vezes coisas do movimento feminista. Na verdade, do movimento tem quase todo dia, eu é que não consigo acompanhar (e como isso me frustra!).

Também acho que estou na TPM. Aí vem um mau humor in-su-por-tá-vel, e uma preguiça do cão. Vontade de brigar com alguém e de passar na cara do povo machista um monte de coisas que me deixam nervosa nesse sistema imundo e patriarcal (e penso muito nessas coisas durante a TPM).

Enfim, acho que preciso de um cochilo.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Celina está melhor!

Passando para contar que estou muito feliz! Minha gatinha Celina está reagindo muito bem e rapidamente ao tratamento. Mal começamos a dar os remédios e ela já está comendo muito (na verdade até demais) e o cocô dela tá começando a endurecer. Já está começando até a criar aquela barriguinha fofa que tinha sumido completamente! Lá em casa estamos todas muito felizes com a melhora dela.

P.S.: No post anterior coloquei que o nome dela era "Selina" com "s", mas na verdade é com "C". A homenagem ainda é à Selina Kyle, mas a grafia é diferenciada.

P.S2: Estou feliz!!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Nova gatinha!


Então, em ocasião da morte da minha gatinha Frida (parte 1 e 2) eu prometi novidades mais felizes nos posts seguintes. Isso era porque devido a forte tristeza, minha mãe, irmã e eu decidimos readotar uma das filhinhas dela, que tínhamos dado a outra pessoa. Queríamos ter de volta pelo menos um pedacinho da Frida, não que a gatinha sirva de substituta. Então eu esperava escrever a respeito disso, de ter um novo bichinho em casa.

Não escrevi mais a respeito, porque sinceramente Selina voltou bastante doente de seu antigo lar. E por estarmos ainda muito abaladas com a perda da Frida, eu não tive como escrever a respeito da filhinha dela, pois eu estava preocupada e sinceramente, pouco confiante de que ela sobreviveria.

Essa filhotinha foi uma das mais difíeis de conseguir casa, por causa da cor dela: preta. Eu sei, é nojento que haja racismo até com animais, sem falar na lenda ridícula de que gato preto dá azar. Quanto ao nome dela, eu e minha irmã escolhemos Selina por causa da Mulher-Gato. Tá, eu sei que não é uma das mulheres mais importantes da história, mas...

...voltando ao assunto
Depois de dar vermífugo, antibióticos e hidratá-la com soro caseiro, ela apresentou um pouco de melhora. A diarréia tinha diminuído e ela estava comendo bem. Só que depois de um tempo a diarréia voltou ainda com mais intensidade, apesar de ela ainda estar comendo.

Então a levamos para fazer um hemograma na Universidade Estadual do Ceará, que custa 18 reais. Ontem fui receber o resultado, que acusou infecção, e levei a gatinha para uma consulta. Os veterinários e estudantes desconfiaram que é um bichinho nojento chamado geárdia.

Estamos comprando os remédios e começando o tratamento, e eu agora tenho muito mais esperanças que a gatinha fique bem e engorde de novo. A gente já se apegou muito a ela, porque apesar de não estar tão bonita por causa da doença (magra e desidratada), é uma coisinha muito fofa e carinhosa com a gente.

E falando nisso, várias pessoas meio que se impressionaram porque a gente cria uma gatinha doente e ainda por cima preta. Sinceramente, não compreendo pessoas que tenham coragem de abandonar seus bichinhos doentes e os deixam morrer agonizando. Também tem aquele tipo que acha que só bicho de raça merece ir ao veterinário.

Sobre a questão da cor da gata, acho que nem preciso comentar, né? Tosco.

E desculpem que não haja fotos dela ainda, mas é porque estamos sem câmera. Mas espero ter várias (fotos) em breve.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Trocadilho


Meu namorado tem o cabelo bem cacheadinho, e eu sempre fico triste quando ele raspa. Agora tá bem, bem grandão e até meio black power porque ele quer fazer trancinhas afro e tá há vários meses deixando rolar. Aí, hoje a gente conversando, saca só o que saiu:



- Filho, teu cabelo tá muito lindo! Adoro os cachinhos! Só acho que tá meio com frizz...

- Então a solução é dar calôs pra ele, né?



Só quer ser o Mussum...