quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Saldo 2010 – Leitura

Tenho mania de listas de fim de ano, dessas de promessas para o ano que vem e retrospectivas do que está acabando. Me ajuda um pouco a fazer um levantamento das coisas que desejo realizar, no que agi bem, no que agi mal, etc. Olhando a do ano passado, percebi que só faltou mesmo postar um pouquinho mais por aqui.

E aí, resolvi publicar algumas listas deste ano aqui no blog, começando pelos livros que li. durante o ano. Fiquei agoniada porque são só 10, mas na verdade li bem mais que isso para a monografia. Só que resolvi não colocar, até porque para fazer trabalho científico não necessariamente precisamos ler tooooda a obra. Podemos usar apenas trechos mais relevantes ou um ou outro artigo, no caso das coletâneas. Mas com certeza li muito, e os livros abaixo foram mesmo com o intuito de relaxar (embora eu tenha acabado usando O Diário de Anne Frank no trabalho).

Algumas dos livros abaixo já li várias vezes, como é o caso do “Para Sempre Alice”, que com certeza foi uma das melhores obras contemporâneas que Potô e eu compramos. Uma emocionante história sobre Alice, uma mulher que descobre aos 50 anos de idade que sofre do mal de Alzheimer. Uma história linda, baseada em fatos reais e que me fez chorar horrores.

E abaixo, a lista completa:

1. Crepúsculo
2. Eclipse
3. Amanhecer
4. O Diário de Anne Frank
5. O Diabo veste Prada
6. Jornalismo Freelance – Empreendedorismo na comunicação
7. Ninguém é de ninguém
8. O retrato de Dorian Gray
9. Para sempre Alice
10. Harry Potter e a Pedra Filosofal

Segundo esta matéria do Estadão, uma pesquisa realizada em 2009 mostrou que o brasileiro lê, em média, 1,3 livros por ano. E você, quantos livros leu em 2010?

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Para um amor nhindo!

Vimos esta frase um dia desses num programa de auditório. A frase era (muito) bobinha e fofa, daí fiz este cartãozinho digital para o meu bem.

Eu amo!
Estava com saudades de desenhar no Corel. :)

sábado, 11 de dezembro de 2010

Tênis roxo

Estou sem uma peça muito básica aqui em Fortaleza: sandália. Pois é, muito contraditório, mas num calor como o que faz aqui eu estou somente com tênis e sapatilhas (váááárias) no meu guarda-roupa. Isso ocorre devido as fofuras que são as sapatilhas e sapatos que vêm sendo lançados por marcas populares ultimamente, e à baixa qualidade de algumas sandálias que comprei e quebraram logo.

Daí, guardei um troquinho para comprar um calçado novo para usar no Reveillon. É que acredito no lance consumista de usar tudo novo na virada, para atrair coisas boas. Sei que é balela, para a gente comprar mais e mais, mas eu caí. Pois é. E na hora de escolher o calçado eu fui repetindo o mantra: "mantenha o foco, você quer uma sandália ", "mantenha o foco, você quer uma sandália". Só que os modelos disponíveis estavam caros e nenhum assim que me conquistasse meeeesmo, sabe? E aí eu me deparo com isso:



Tênis roxo fofinho na promoção!!! Não deu para resistir. Sei que a foto ficou desfocada e não dá para ver a cor direito, mas é um roxinho fechado, puxando para o azul. E no modelo que eu queria, pequenininho, bom para usar com shorts curtos ou saias. E aí eu fico pensando no que a cor roxa pode atrair para 2011. Igualdade entre os sexos, talvez?

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Clipes legais de meninas Sk8istas

Achei um blog muito bacana, o Divas Skateras. Nele dá para se informar sobre os campeonatos que estão acontecendo e principalmente, sobre meninas arrasando.

E se ainda tem alguém aí que acha que mulher não é capaz de fazer alguma coisa...



quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

I’m a Sk8 girl!

Um detalhe pessoal passou batido pelo blog. Há alguns meses comprei um skate, decidida a aprender a andar. Essa vontade vem de muito tempo na verdade, mais precisamente da adolescência, quando meus amigos da escola faziam manobras. Eu achava muito legal, mas não tinha muita paciência nem coragem de tentar. E claro, não haviam meninas na escola que andassem e meu pai não compraria um carrinho para mim. Daí me contentava a assistir aos (poucos) campeonatos que passavam na TV aberta, vibrando com os vôos do Ueda e torcendo para que o Sandro Dias fizesse o 900.

Então, após a formatura, com um pouquinho de tempo livre a mais, percebi que o desejo de praticar o esporte vinha se arrastando há uma década, sem nenhuma tentativa de realização! Já com 24 anos nas costas, vi que alguma providência tinha que ser tomada. Então resolvi comprar meu novo queridinho antes que desenvolvesse uma osteoporose e me arrependesse por deixar o tempo passar demais. Estou curtindo muito, porque é divertido e dá uma energia muito boa. Ainda não me machuquei muito porque não estou tentando nada tão ousado, mas já ganhei uns roxinhos clássicos na canela. Mas a intenção mesmo é se divertir e estou conseguindo! :)

E falando nisso, o recém lançado Vida sobre Rodas é um documentário a respeito da trajetória do esporte aqui no Brasil (somos o segundo melhor do mundo, sabia?). Se você gosta, procure uma sala de cinema na sua cidade que eu acho que vale muito a pena. Eu vou ter que esperar chegar em DVD porque não está passando em Fortaleza. :(



Meninas que andam de skate, tem alguém aí?

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Novas paralizações dos ônibus em Fortaleza



E pela segunda vez este ano, medo de sair de casa e não ter como voltar. Terminais fechando, ônibus parando, o povo descendo no meio do caminho, os velhos impasses nas negociações... Problemão difícil de resolver.

Ou não?

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Projetos



Após ler mais dois livros (O Diabo Veste Prada e Jornalista Freelance) e receber minha carteira de trabalho com o registro de Jornalista Profissional :), vieram maior inspiração e vontade de:


Trabalhar em alguma revista, site, rádio, TV ou produtora, mesmo que seja como jornalista freelance (mas será que existe isso em Fortaleza?);


Comprar mais livros de comunicação com o Potô;



Voltar para o inglês;



Fazer pós graduação;



Escrever um livro.



Não necessariamente nessa ordem.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Temos uma mulher presidente. Agora quero um Brasil laico e sem xenofobia.


O Brasil tem sua primeira presidente mulher! Após mais de 30 presidentes eleitos, todos brancos e homens, é a vez de uma mulher ocupar o cargo político mais importante na política de um país em regime democrático. Dilma Roussef é a primeira presidente (ou presidenta?) do Brasil.

Obviamente como mulher admito que a eleição de Dilma é um fato importante e histórico, e fico feliz que tenha ocorrido. Mas não fiquei nada contente com os rumos e retrocessos desta campanha eleitoral, retrocessos que inclusive podem ser prejudiciais à vida das mulheres brasileiras. Retrocessos que aconteceram numa tentativa desesperada de não perder os votos dos conservadores. Ou seja: estou feliz, mas nem tanto.

Tivemos uma batalha ideológica baixa e suja neste segundo turno. Crucifixos praticamente foram erguidos em comícios e campanhas e as palavras “laico” e “aborto” nunca foram tão temidas. Se bem que ao menos elas foram pronunciadas, e se estamos no Brasil, acho que isso é um indicativo de que o debate está crescendo e se espalhando. Mas não adianta ter muitas esperanças, pois nossa presidente já se comprometeu com entidades religiosas e não deve legalizar o aborto ou o casamento entre homossexuais nos próximos quatro anos. Candidato a presidência assinando termos de compromisso com igreja. Ninguém merece.

Mas o que aconteceria se o Serra ganhasse? Acho que ele faria os comerciais do Governo Federal cheio de jovens bonitas como nos comerciais de cerveja. As mesmas que ele chamou para atrair votos masculinos durante o 2º turno. Ou talvez convidasse a (agora famosa) estudante de direito Mayara Petruso e seus amiguinhos para afogar alguns nordestinos por aí.



domingo, 17 de outubro de 2010

No Ceará Music tem pipoca

Nunca tinha ido ao Ceará Music antes porque não faz meu tipo de programa e também por falta
de grana mesmo. Só que este ano a notícia de que a banda Los Hermanos tocaria me levou ao festival. Afinal, depois de anos perdendo shows do grupo aqui em Fortaleza com o pensamento acomodado de que “ano que vem eu vou”, fiquei órfã com o fim da banda. E aí foram pelo menos três apresentações do Retrato Ventura, grupo aqui da terrinha que faz um cover perfeito dos barbudos, com direito até a coro dos fãs.

Pois bem. Foi só a notícia da vinda do grupo movimentar o Twitter que eu comecei a me preparar para ir com o namorado. Afinal, Los Hermanos integra uma boa parte da nossa história juntos e não tinha como perder. Daí compramos nossos ingressos para a pista logo no primeiro dia de vendas dos individuais. Nem consideramos a idéia de comprar os ingressos para o Camarote Front Stage Burn porque além de o valor estar fora de nosso alcance, a intenção era ficar mesmo perto do povão, naquele calor de quem canta o “lá-lá-lá” de “Retrato para Iaiá”. E claro, tentar ficar o mais perto possível do palco, como dois bons fãs lisos, porém fiéis. Peraí! Perto do palco? Comprando o ingresso para a pista? Na-nã-ni-na-não, baby!

Pois é, um detalhe do qual não fazíamos idéia: os ingressos para a pista davam direito a ficar perto do palco até um limite de uns bons metros, onde começava uma cerquinha que nos deixava a uma distância enorme dos Hermanos. Sei lá, bota aí a área de umas duas ou três Praças Verdes do Dragão. Os ingressos mais caros é que davam direito aos mais abastados de ficar pertinho do palco, com mais conforto e muito mais oxigênio.

Eu nunca tinha ouvido falar nisso, e ao que me parece tal sistema não era usado no Ceará Music, pelo menos foi o que me disseram freqüentadores de outros anos. Então aquele antigo sistema onde o amor pela banda move os fãs entre cotoveladas, empurrões e “dá licença, por favor” até pertinho do palco para ver os ídolos de perto, talvez até ganhar um sorriso ou um aperto de mão, caiu por terra. Para ficar perto do palco bastava disponibilizar umas duas centenas de reais, e que ódio pensar que ali tinha gente que achava que Los Hermanos só tem Ana Julia no repertório! Me lembrou os tempos em que um cordão de isolamento separava quem tinha dinheiro para comprar um abadá do Fortal de quem ficava pulando na saudosa e sofrida "Pipoca" da avenida Beira Mar.

Espremidos próximos à grade e tentando respirar, curtimos a apresentação o melhor que pudemos. O show foi ótimo, embora eu tenha sentido muita falta de “Conversas de Botas Batidas” e tenha achado a despedida do grupo um tanto fria. Não me acostumo
com esse negócio de não ter bis. Deu pra ver a dancinha do Amarante de looonge, pequenininha e boa parte através do telão. E foi impressão minha ou ele soltou aquela nossa vaia cearense?

Foi legal estar num show da banda, e mesmo com a claustrofobia,
deu para beijar muito e dançar abraçadinho com o fã chorão que eu tanto amo e isso é bom que só. As outras apresentações que queríamos ter visto perdemos enquanto enfrentávamos um sacrifício enorme e ridículo para comprar uma água caríssima ou conseguir comer alguma coisa. Depois de tudo fiquei com a sensação de que o show foi mais caro e cansativo que divertido, sabe? E por mais que eu ame os Hermanos ou qualquer outra banda, se é para fazer mini-turnês, que sejam shows próprios e sem Front Stages. Ou sem estacionamentos caríssimos como foi noticiado sobre o SWU. Porque francamente, além de amor eu também tenho senso crítico e vergonha na cara.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Sou a rainha da esperança. Quando acontece algum acidente de grandes proporções e as buscas duram dias, sempre acho que tem chance de encontrar algum sobrevivente. Se ocorre algum sequestro que dura dias, ou alguém está desaparecido há muito tempo, sempre tenho um brilhinho nos olhos torcendo para que tudo termine bem.

Há alguns minutos o primeiro mineiro foi resgatado no Chile e ao acompanhar ao vivo pela TV o lindo reencontro com seu filho, percebi emocionada que esperança nunca é demais.