terça-feira, 28 de junho de 2011

Entrevista no jornal O Estado

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Promoção de Páscoa Pague Menos

Em abril deste ano a Pague Menos realizou uma gincana virtual, onde pistas foram espalhadas pelas mídias sociais (Twitter, Facebook, etc). Eu elaborei os textos e "caminhos" da brincadeira. Aqui, uma amostra dessa divertida ação.


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terça-feira, 14 de junho de 2011

Livro novo: Julie & Julia



Dia desses publiquei a crítica do filme Julie & Julia (parte 1, 2 e 3) e estou muito feliz, porque finalmente adquiri o livro que deu origem a filme. O bom é que comprei pela Estante Virtual, que é uma rede de sebos na Internet, então saiu a menos da metade do preço da livraria, incluindo o frete. Lá é um ótimo lugar para encontrar livros raros, então vale a pena dar uma conferida. Outro detalhe: a capa é a original do livro da Julie Powell, uma cozinheira de roupa xadrez vermelha com uma tigela. Odeio essa onda de colocarem fotos dos filmes nas capas dos livros nos quais foram baseados. O filme é que deveria ter capa do livro no pôster, não o contrário.

E tem gente que mesmo gostando de leitura tem preconceito com sebos, mas a verdade é que o meu Julie & Julia chegou novinho pra mim. Sério, nem parece que alguém o leu. Não tem amassados, apenas os cantinhos um pouco arredondados. As páginas não estão amareladas e não há cheiro de mofo. Sinceramente, acho que o livro é novo.

Eu já estou curtindo muito, porque a linguagem é super fluida, já que o livro existe a partir de um blog. Ele já está passeando comigo na bolsa para ler em todo momento que der. Detalhe: a bonitinha aqui precisa estudar para as provas finais de inglês, mas espero terminar Julie & Julia tão rápido que nem vai dar tempo de prejudicar os estudos.





Será que o Sherviajando vira livro um dia, hein? ;P

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Responda a enquete...

... que está aí ao lado, por favor. :)

O IBGE do Sherviajando continua.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

sábado, 4 de junho de 2011

Eu quero ir de bike


O trânsito em Fortaleza está caótico. Isso é fato comentado todos os dias nesta cidade, que mesmo sendo relativamente pequena, faz seus moradores perderem tempo, paciência e um pouco da alegria de viver todos os dias. Não existe mais um horário por aqui em que os ônibus não estejam lotados e o trânsito não esteja lento. Fora o terrível problema das ruas esburacadas, que parece não ter solução ou responsáveis.

Por essas e outras, tenho muita vontade de adotar a bicicleta como meio de transporte mas não sei se dou conta. Todo mundo comenta o quanto o trânsito é violento com os ciclistas. A cidade não tem ciclovias, pelo menos não que levem a outros lugares. Os poucos espaços existentes reservados a ciclistas só têm alguns metros de comprimento, no máximo poucos quilômetros em linha reta. Então, a não ser que você more exatamente na mesma rua do seu trabalho, prepare-se para pedalar entre ônibus e caminhões.

Apesar de ficar apavorada com a idéia de usar a bicicleta nesse trânsito, pelo menos existe a possibilidade de pensar em rotas alternativas, menos movimentadas. Mas aí, o problema é outro tipo de violência. Conheço algumas pessoas que usam a bicicleta, ou usavam, para ir trabalhar mas desistiram depois de serem assaltadas e terem o veículo levado. Lembro da primeira e última vez em que fui assaltada, e bem, não é um sensação lá muito agradável.

Em compensação, conheço pessoas que usam a bike para ir a vários lugares e nunca tiveram muitos problemas. Geralmente elas moram em bairros vizinhos aos que costumam frequentar. Elas me inspiram a tentar, juntando isso à vontade de praticar esportes e ao abuso de ficar mais de 40 minutos esperando um ônibus que virá lotado e com certeza ficará preso em algum engarrafamento. Também adoro ver pessoas pedalando e me dá muita inveja vê-las passando por mim quando estou presa no trânsito.

Outra inspiração: as fotos de pessoas super fashion pedalando, a maioria delas da Europá, onde o povo já se tocou da importância em usar veículos menos poluentes faz tempo. Quer dizer, eu não queria ter que trabalhar sempre de mochila e roupa de ciclista, se trocar no trampo, essas coisas. Também não queria sair de carro todos os dias, contribuindo para o tal trânsito e para a poluição. As fotinhas são inspiradoras, principalmente estas, retiradas de um dos meus blogs de moda prediletos, o The Sartorialist. Gente andando de bike usando vestido e até salto alto! E as bolsas de alça colocada dentro da cestinha? Fofo.





Quando as vi, fiquei encantada e pensei: beleza, mas esse povo aí parece que não está com medo de ser roubado e convenhamos: aqui não é Amsterdã. Só que encontrei este outro blog, que será favoritado com certeza: A Gata de Rodas adotou a bicicleta em São Paulo, mundialmente conhecida pelo trânsito caótico e também pela violência. Sem falar que é uma cidade enorme, bem maior que Fortaleza. Reparei que ela não usa capacete, acessório que eu não pretendo dispensar, mas mesmo assim o blog vale a visita.

Outro estímulo bacana é o Bike Anjo, uma rede de ciclistas voluntários que ajudam pessoas que estão querendo usar a bicicleta no contexto urbano, como eu. Infelizmente ainda não tem Bike Anjo por aqui, mas enquanto isso, vou acompanhando as dicas. Porque com o casório, espero morar um pouco mais perto do trabalho. E aí, provavelmente uma magrela será incluída na listinha de chá de panela. :)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Tudo azul






Vestido: Lojas Americanas, 30 reais.
Colar: Camelô em frente ao Iguatemi, 7 reais.
Sapatilha: Riachuello (faz tempo), por volta de 30 reais.
Jaqueta: Renner, 70 reais.
Faixa preta emprestada de outro vestido.
Relógio: Presente da sogrinha :)
Foto: Carolys.


Só depois que saí de casa percebi que estava toda azul! :O Se em outras épocas isso poderia ser chamado de cafona ou síndrome de Smurph, parece que hoje faz parte de uma tendência fashionista: color blocking. Na verdade não sei se o que fiz é a tal da tendência, vai ver tô até falando besteira.

Um detalhe a respeito do look: às vezes fico insegura em usar esse vestido para trabalhar, pois o acho um pouco curto. Mas segundo algumas regrinhas de moda/etiqueta que já vi em vários lugares, se você trabalha num lugar mais despojado então algumas coisas são permitidas. Dentre elas, roupas um pouco mais curtas e até shorts. Tanto que já vi várias meninas estilosas do meu trabalho usando shorts e mantendo a elegância.

Se você trabalha num ambiente informal mas não quer chegar sensualizando, então o lance é equilibrar. Esse vestido, por exemplo, apesar de curto não é colado nem decotado. Os ombros não ficam de fora e eu gosto do lance meio sessentinha que ele traz. Aquela coisinha ingênua, meio brincalhona. Escolhi a sapatilha porque além de super confortável e querida, ela também não tem salto alto. Acho que não usaria salto para trabalhar com um vestido curto. Acho.

Um blazer ou jaqueta também ajudam a dar um ar um pouco mais comportado ao visual. Lenços também podem ajudar.

Ah, repararam que eu saí rindo em algumas fotos? Pois é, coleguinhas do trabalho apareceram para um lanchinho bem no momento narcisista da blogueira. Reparem que alguns estão fazendo a linha black color blocking. Já o chefinho, arrasando de amarelo.


E outro que foi trabalhar de azul foi o Ed, um dos redatores. Olha quanta seriedade!